Assista ao trailer

 

QUEM SE IMPORTA é mais que um filme, é um movimento!

Acreditamos que inspiradas pelo documentário, as pessoas podem fazer parte de um movimento que pode transformar suas comunidades.

Somos uma plataforma de divulgação do empreendedorismo social que, com sua ajuda, levará a mensagem do filme para escolas, empresas, ONGs e a qualquer pessoa interessada em potencializar o seu próprio poder de transformação. Faça parte deste movimento!

Veja e espalhe o trailer de QUEM SE IMPORTA:

 

Márcia Tiburi fala sobre QUEM SE IMPORTA

Assisti o documentário “Quem se importa” de Mara Mourão (2013). Todos que de algum modo “se importam” precisam assistir com urgência. Um desses trabalhos que só podemos elogiar tanto pela qualidade  formal, quanto pelo conteúdo. Recomendo, ao mesmo tempo, que aqueles que se sentem de algum modo perdidos no mundo (alguém já se sentiu nessa situação?) e vivendo vidas que eles mesmos julgam sem sentido (será???), simplesmente corram para ver o mais rápido possível:  http://www.quemseimporta.com.br/Trailer.aspx

Vale uma noite da semana; pode valer uma vida.

Cada um que assistir “Quem se importa” deverá inevitavelmente passar pela experiência de compreensão social que o filme promove. “Quem se importa” tem o poder impressionante de fazer diferença, de afetar a posição de cada um que o assiste. Ele consegue isso por meio de uma interpelação ética sobre o sentido de viver em comunidade, de se importar com os problemas do mundo, mesmo quando não se é diretamente implicado em algum tipo de sofrimento. O filme faz sentir e pensar ao mesmo tempo. Ele performatiza – produz uma ação – um sentimento de que alguma coisa de melhor é possível. E que essa coisa depende de nós: de criatividade, de liberdade, de vontade, de pôr em movimento a nossa capacidade de colaboração que as ideologias sempre abafam. Por fim, “Quem se importa” trata da capacidade de olhar e colocar-se no lugar do outro que anda esquecida em nossa época e que, quando aparece, muda algo em nós.

O poder do filme surge de seu conteúdo: pessoas do mundo todo que aprenderam a se autodenominar pelo termo “empreendedores sociais” contam suas ideias. Gente que inventou coisas socialmente muito simples e, talvez por isso mesmo, altamente revolucionárias, democraticamente revolucionárias.  Gente muito prática e, ao mesmo tempo, muito idealista – no bom sentido – , gente que não se entregou nem à esquerda nem à direita, nem à pobreza, nem à burguesia, nem ao capitalismo, nem ao Estado. Gente que quis construir algo de concreto para ajudar a melhorar a sua própria vida e a de outras pessoas, por acreditar simplesmente que a vida – social e coletivamente falando – podia ser melhor. Gente que não estigmatiza. Gente que acolhe, que olha, que percebe. Que pensa diferente.

Pessoas tais como Muhammad Yunus, do Grameen Bank, de Bangladesh, Nobel da Paz de 2009 que criou a primeira linha de microcrédito no mundo, a médica carioca Vera Cordeiro, que criou a Associação Saúde-Criança Renascer em 1991, Wellington Nogueira, fundador do Doutores da Alegria, e vários outros mostram ali as suas ideias.

O documentário de Mara Mourão é também uma grande ideia: a ideia de reunir tanta gente com tantas boas ideias ajudando-nos a saber que essas histórias e suas potências emancipatórias existem. Ajudando-nos a produzir esse “contágio” inteligente, prático e profundamente solidário.

Ficou bonito, ficou esteticamente bacana, ficou eticamente intenso, ficou politicamente imprescindível.

Mara Mourão, obrigada por nos ajudar a ver mais longe.

http://filosofiacinza.com/2013/08/19/quem-se-importa-de-mara-mourao/

Difícil decisão

Antigamente o indivíduo tinha que tomar uma difícil decisão: ou ser rico ou fazer o bem. O mundo era mais preto e branco, pouco espaço para o cinza, quem dirá para o arco íris de opções disponíveis nos dias de hoje.

As pessoas decidiam fazer fortuna e no final da vida doar parte de sua riqueza para uma organização social. Foi a era dos grandes filantropos. Os Rockefellers da vida.

Mas agora o mundo está muuuuito diferente. Não é preciso mais tomar este tipo de decisão. Hoje é possível fazer o bem, agir socialmente, realmente mudar o mundo, no mesmo processo de conseguir seus objetivos individuais.

Hoje, as pessoas estão  agindo socialmente de dentro de empresas, ou criando negócios sociais lucrativos, ou atuando em ONGs, enfim, uma gama enorme de opções.

Os jovens estão buscando trabalhar em empresas que tenham departamentos de responsabilidade social e ambiental de VERDADE, e não como pura ferramenta de marketing ou maquiagem para tapar os buracos da falta de ética empresarial.

As empresas estão preocupadas em atrair novos talentos e sabem que para isso necessitam de departamentos de responsabilidade social e ambiental robustos e criativos.

Afinal, as empresas são feitas de pessoas, e todos estamos mais preocupados com o coletivo.

Mas o melhor mesmo são as novas empresas, muitas já nascem com a tal da responsabilidade social em sua essência, no seu DNA. Não precisam ter departamentos montados para esse fim, já são pensadas para ter como objetivo final não o LUCRO, mas o BEM ESTAR SOCIAL.

Nosso filme já foi exibido em Bangalore!

No mês de setembro o filme Quem se Importa (QSI) foi exibido na 5å Avenida de Bangalore, India.

Devido ao horário de exibição do filme, e o trânsito maluco de Bangalore (capital e maior cidade do estado de Karnataka, localizado no sul do país) – entre carros, motos, bicicletas, vacas, elefantes, cachorros e pedestres – além do horário de trabalho em que se opera na India – 10:30 a.m. as 11:00 p.m. para todos os segmentos – parou vários momentos. Os motoristas, de seus carros, ficavam hipnotizados com o filme, as buzinas constantes e normais na India ampliaram exponencialmente… ninguém queria seguir e alguns gritavam do carro: amanhã também tem?

Isso aconteceu na “5a Avenida de Bangalore”, onde fica a Streisand Art gallery e Streisand Foundation, onde a colaboradora Leda trabalha.

“Obrigada por nos dar a honra de passá-lo aqui. Desconsidere a simplicidade das instalações. This is India !!!” – disse Leda Garcia da Eira, grande amiga e entusiasta do filme.

Quem se Importa inspira comissões a aprovarem audiência para debater o empreendedorismo social

As Comissões de Cultura e de Educação da Câmara aprovaram, na quarta-feira, 04, um pedido de autoria do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) para que seja realizada uma audiência pública que discuta o empreendedorismo social depois das questões levantadas pelo documentário Quem se importa, da cineasta Mara Mourão. Além disso, a audiência pedida por Wyllys também quer encontrar se aliar aos Ministérios da Cultura e da Educação para exibir o filme nas escolas.
O deputado conta ter tido essa ideia depois de encontrar a cineasta no TEDx Ribeirão Preto, onde os dois palestraram sobre o tema “Como a comunidade pode mudar a humanidade”. “Fiquei tão tocado com as histórias que ela relatou, que estão no documentário, que achei por bem fazermos uma audiência para discutir essas iniciativas e para que possamos pensar meios de levar esta mensagem a mais pessoas e discutir como a sociedade civil pode colaborar para um mundo melhor através de sua ação individual”, explicou o deputado.
A audiência acontecerá em parceria com a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos e terá representantes dos poderes executivo, legislativo, sociedade civil e especialistas em Direitos Humanos e educação.

O filme será lançado internacionalmente até o final do ano!

O filme QUEM SE IMPORTA será lançado no mercado internacional até o final do ano.

WHO CARES? – como será chamado no exterior – terá uma distribuição criativa, a chamada HYBRID DISTRIBUTION.

No Brasil o filme é distribuído pela IMOVISION, porém no exterior o filme será distribuído pelos produtores do filme, e estará disponível nas plataformas digitais, como Itunes, Vimeo e Hulu, e também em DVD via Amazon e site do filme www.whocaresthefilm.com.

Teremos uma distribuidora nacional, a ELO Audiovisual, cuidando das vendas para televisão no exterior.

Já na Alemanha quem representa o filme é a BraveHearts, que lançará o filme em fevereiro de 2014 em cinemas de todo o país.

Esperamos replicar o impacto social causado pelo filme no Brasil.

Afinal, já ouvimos inúmeros relatos de pessoas que que disseram ter largado seus empregos depois de ver o filme, de gente que se inspirou e começou a atuar no social, e até de instituições que mudaram suas missões depois de assistir o filme.

Diz a diretora Mara Mourão.

 

Social Enterprise World Forum

O filme QUEM SE IMPORTA teve sua Première no Canada no dia 2 de outubro em sessão no SEWF (Social Enterprise World Forum), o mais importante congresso sobre empreendedorismo social do mundo. Depois do filme houve um debate com a presença de Mary Gordon (Roots of Empathy) e Al Etmanski (Plan). Veja: http://www.socialenterpriseworldforum.org/blog/2013/09/17/sewf-to-feature-canadian-premier-of-who-cares-and-shift-change/